eu só queria testar. juro.
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eu não sei bem por onde começar, mas acho que essa história começa numa madrugada qualquer, quando o algoritmo decidiu que era hora de me mostrar aquele brinquedinho. um sugador vermelho, em formato de flor, com uma vibe “vai dar certo, pode confiar”.
fiquei olhando pra ele uns dias. deixei no carrinho, fechei, voltei… aí comprei. e quando chegou, deixei a caixa fechada um tempinho, como se eu estivesse esperando uma permissão que nem sei de quem era.
enfim, numa noite dessas, depois de um banho meio demorado, resolvi abrir. não sabia exatamente como usava, mas fui ali no feeling, testando, tipo quem tá abrindo um presente que não sabe se merece.
e… olha. eu não estava preparada.
foi muito rápido, muito intenso, e muito silencioso. meu corpo reagiu de um jeito que eu não esperava. não teve grito, não teve drama. só um arrepio, um calor, e uma sensação de tá tudo bem agora que ficou em mim por dias.
o mais doido é que, no dia seguinte, fui trabalhar, respondi e-mails, fiz tudo normal. ninguém percebeu nada. mas eu sabia. eu tinha mudado alguma coisa por dentro. parece bobo, mas foi como se eu tivesse lembrado que meu corpo sente, deseja, escolhe. e que eu posso escutar ele mais.
e não, não virou rotina. mas virou um lugar pra voltar quando o mundo fica demais. uma pequena revolução pessoal, num quarto com a porta fechada.
você também tem uma história que só contaria num sussurro?
manda pra gente.
na aba talk dirty to us, a gente tá ouvindo.
com atenção, sem julgamentos, e com muito interesse.
porque algumas confissões merecem ser guardadas com carinho.
e outras, compartilhadas com a dose certa de mistério.
— com amor,
mel (mas hoje quem falou foi você)